Gam Yoga

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Princípios de āyā 

Āyā, como sugere o mantra é a superfície onde o espírito firma sua existência. É o poder vibracional da grande Śakti. É Śiva dançando sobre seu coração destemido e repleto de felicidade!
É o estado onde nada se interrompe e, as ilusões de espaço tempo, se dissolvem na vibração que aglutina os indivíduos na Unidade. 

Em āyā, os variados palcos são permitidos porque o ser reconhece sua presença em todas as situações de existência, tudo acontece antes de realizar porque a vontade é o saber puro.

Āyā - Āgama Yogāśram é a ambiência orgânica, preservadora da relação de namoro com a grande energia. Nessa ambiência o ser esmera todos os pilares de sustentação da sua vida na terra.

Inspirado na Amazônia, Ayā – Amazon Yogāśram é a casa de estudo, o Yoga é vislumbrado dentro da visão da floresta, portanto a filosofia é comungada em todas as expressões do ser em nome e forma.

Pensado na floresta e nos estudos lúdicos que mantemos com elas ĀYĀ – Āsana Yoga Ādhāra é o resgate espontâneo do corpo sobre todas as superfícies que a natureza oferece sem ângulos e retas.

Mergulhando nos mistérios xamanicos da Amazônia, Āyā – Ayahuska Yoga ādhāra é a abertura e confirmação da visão Yogi pela ayahuska. A verdade de Śiva pode ser confirmada lacônica e sem retórica.

Āyā é um movimento silencioso de cada um de nós, sem controle e com perfeição porque somos naturalmente livres e nada pode confrontar essa verdade, pela simples razão de que ela não pode ser exposta em forma de liberdade. 
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Coração de ĀYĀ – A antropologia do ser – Reconhecendo a Origem


ACEITAÇÃO – Sendo Livres Para o Amor


Uma nova confraria de criaturas harmonizadoras surge nessa era de Maitreya,  o palco é a alma e o cenário a floresta! Os ensinamentos são da graça das árvores e de todos os residentes protegidos e agraciados por elas.


Dessa vez o diferencial é a ausência de um tutor humano e muito embora havendo um preceptor, ele nada mais é do que um anjo encorajador para o reencontro com esses mestres da luz que ilumina para a verdade da existência, do amor, da vontade, da sabedoria e da realização.


O imput para tal proeza é o contato direto com elas e não se baseia nas palavras, nas crenças nem nas ideologias, simplesmente plugamos nelas para sentir a força, a luz e o ritmo que cada irmão desse imenso planeta necessita para se reconhecer e viver sua felicidade inata.


O caminho para sentir essa alegria não é feito pelas pernas na direção de uma árvore, o brilho é alcançado quando a palavra emudecer e o coração se abrir para receber a graça de Śiva resguardada no corpo de cada vegetal na terra.


Todo o resto a ser revelado está ao encargo da própria árvore, nesse momento as palavras já não mais serão necessárias aparecer como muleta (desculpas) nem amuleto (sorte).


Já estamos na era de ouro outra vez e mesmo vendo a retrospectiva da vida passada, saibamos que se trata apenas da memória análoga as estrelas que já morreram e continuam existindo.


As desculpas, os freios e inclusive os medos naturais são minados para ampliar a vida de cada um que se dedica a sua existência incorpórea que ao fim e ao cabo é inacessível em qualquer via espiritual.


Os mestres que resignam a força dos discípulos e a direcionam para suas aspirações pessoais resulta para os pupilos apenas deveres obrigatórios para minimizar uma suposta dívida kārmica criada por eles.


Nessa irmandade  não há nada por aprender, nada por fazer, nem mesmo para dizer, basta um encontro pele a pele, tete a tete, cacra a cacra entre você e a floresta.


A maravilhosa sinergia entre  você e a árvore será o que abrirá a porta do seu coração e lá dentro se revelará o amor que é a fonte da sua vida.


ĀYĀ não é uma prática para ganhar, perder, aprender, fazer, galgar, transpor, cultivar, acertar, errar, competir, manipular, esconder, evoluir ou para se realizar, āyā é um chamamento para viver do seu modo real e deixar cada ser viver como quer.


Acredito que cada pessoa sabe do que precisa para se vê feliz e aquele que não souber por em prática seu modo pessoal continuará firmando a cabeça no boicote da razão e fará o cavaleiro branco bater a sua porta para decaptá-lo.


Antes que Ele requisite nossa cabeça, com coragem entreguemos o nosso coração, essa é a única maneira que Śiva usa para arrefecer a fúria de Kali.


Que todos nós possamos conduzir o carro da felicidade pela graça da existência personificada na imagem e semelhança de De-eus.


Amo, Logo Existo.


Edson Moreira


www.aya.art.br